sexta-feira, 26 de junho de 2015

Modelagem de um sistema Farmacia-Muhongo


Introducão

        A evolução e a globalização do comércio propiciaram uma série de benefícios aos homens, mas também diversos problemas. Para controlar e gerir as farmacias, então, surge o Sistema de Informação (SI), cujo objetivo é auxiliar os profissionais farmaceuticos na obtenção de informações de cada cliente. A maior vantagem da utilização de um SI é poder proporcionar melhor atendimento e tratamento de problemas de saúde dos pacientes, obtendo maior controle e rapidez nas informações necessárias. A farmácia Muhongo localiza se no cazenga vende produtos fármacos e outros produtos como cosméticos e alimentos industrializados para Clientes Particulares e Personalizados.
Conforme Sabbatini (2000) : “isso efetivamente centralizará o prontuário médico em  um único lugar da rede e permitirá que profissionais de saúde e o próprio cliente possam acessá-lo de qualquer ponto do mundo [...]”.  
De acordo com Furuie (2002), a disponibilização de um prontuário de sistema de gestão de farmácias, que apresente de forma integrada todas as informações relevantes dos clientes tem sido a principal meta das equipes de informática de grandes farmácias em todo o mundo. 

Situação problemática

          A Farmácia Muhongo ainda não possui nenhum sistema de informação implantado. Toda a atividade de operação como cadastro de clientes personalizados, a venda, controle de estoque, arquivo de produtos, informação de funcionários, entre outras, são realizadas manualmente. Sendo assim, propõe-se a implantação de um sistema que otimize todas as funções realizadas dentro da mesma.

Descrição do problema

Na farmácia Muhongo o atendimento dos seus clientes é feito de forma manual, o que causa muita perda de informação,desorganização e demora, impedindo assim um trabalho eficiente. Sempre que chega um cliente na farmácia Muhongo há uma ligeira dificuldade em encontrar a localização exacta dos fármacos, e mesmo quando este é encontrado, há dificuldades em vender este fármaco pois nem sempre o farmacêutico sabe os novos preços actualizados na farmácia tão pouco a origem e a qualidade dos fármacos, já que os preços variam de acordo com a origem do fármaco. Como existe um regime de turno na farmácia logo o farmacêutico que entra no dia seguinte depois da sua folga, fica desactualizado sobre as novas actualizações como novos preços, novos produtos, os clientes reclamam da demora porque enquanto um dos farmacêutico consulta o único livro de anotações que eles têm na farmácia o outro espera até que a consulta termina para começar a consultar. Quando faz-se um atendimento personalizado (cliente personalizado) o farmacêutico deve anotar o nome do cliente,a data, hora, os medicamentos que este requisitou e fazer uma copia da receita medica do cliente. Na maior parte das vezes quando o farmacêutico esquece de fazer as devidas anotações a cobrança é mal feita resultando assim em perda de valores monetários e consequentemente prejuízo. Para clientes particular somente é necessário o nome completo e a receita.

Problema Ciêntifico

O sistema precisa gerenciar os cadastros de clientes personalizados, de produtos e de funcionários da farmacia. A Farmácia Muhongo necessita ter um controle de estoque eficiente. O sistema precisa ter boa usabilidade, para o fácil aprendizado de novos usuários. A segurança e a confiabilidade dos dados são requisitos indispensáveis para esse projeto. Visto isso, o sistema possuirá uma hierarquia de privilégios entre os usuários que forem acessar os dados cadastrados na Farmácia. O desempenho é de grande importância ao sistema, pois geralmente em uma Farmácia os clientes precisam de atendimento rápido e eficaz.




Objecto de estudo
Controlar o cadastro de clientes personalizados, a venda de produtos farmacos para os clientes personalizados e particulares bem como o atendimento dos mesmos.

Campo de acção
Controlo no atendimento e cadastramento dos clientes e a venda dos produtos farmacos e outros.

Hipótese
Quanto aos clientes, o sistema terá que possuir opções para cliente personalizado, e cliente particular e e também poderá melhorar a demora no atendimento dos clientes.


Objectivo Geral
Desenvolver  um sistema para o controlo de vendas de produtos farmacos para clientes personalizados e particulares e Analisar o processo de atendimento permitindo para que haja um atendimento eficaz.


Objectivos especificos
Fazer um estudo preliminar do sistema automatizado para o controlo no atendimento de clientes.
Desenhar uma base de dados com toda a informação necessaria dos clientes, produtos e vendas para garantir o controlo a diferentes serviços.



METODOLOGIA 
A metodologia definida pelo nosso grupo foi o modelo em Cascata. O modelo em cascata é um modelo de desenvolvimento de software seqüencial no qual o desenvolvimento é visto como um fluir constante para frente (como uma cascata) através das fases de análise de requisitos, desenho, implementação, testes (validação) e manutenção de software. Portanto o modelo em cascata move-se para a próxima fase somente quando a fase anterior esta completa e perfeita. Desenvolvimento de fases no modelo em cascata são discretas, e não há pulo para frente, para trás ou sobreposição entre elas. Outra forte razão é que o sistema não é complexo e possui poucos requisitos funcionais, os quais estão bem definidos, não necessitando a adoção de outra metodologia. Acreditamos também que, se houverem possíveis alterações de requisitos, essas serão mínimas, não resultando em altos custos e grande perca de tempo. Não mediremos esforços para que, como uma forma de avaliação do projeto, consigamos levá-lo até o próprio cliente, mesmo sabendo que esse método de avaliação não será frequente, tendo em vista a dificuldade de comunicação entre as partes, conforme foi citado anteriormente. Caso apareçam inconvenientes em determinada fase do projeto, a manutenção da mesma será efetuada e, quando concluída, será apresentada novamente ao cliente, como forma de garantir a exatidão ao que foi solicitado e para que possamos seguir adiante com o processo de desenvolvimento. Visto a baixa experiência do grupo de desenvolvimento, caso a metodologia acima citada não se encaixe de maneira eficiente durante o projeto, pretendemos adaptá-la o quanto necessário. Para isso, poderemos modificar a idéia para um desenvolvimento mais ágil, criando iterações adicionais que não estavam no planejamento inicial.

Fluxos de requisitos
Definir o que o sistema deve fazer, para o qual são identificadas as capacidades e limitações impostas necessários.

·         Registrar os clientes.
·         Localizar produto.
·         Vender produto.



Requisitos Funcionais
Os Requisitos Funcionais são aqueles que descrevem o comportamento do sistema, suas ações para cada entrada, ou seja, é aquilo que descreve o que tem que ser feito pelo sistema. Devem ser o cérebro do projeto, já que descrevem as funcionalidades que o sistema deve dispor. Abaixo estão listados e descritos os requisitos funcionais do sistema, referenciados da seguinte maneira:

Processo seleciona produtos farmácos
Requisito funcional1- O sistema deve buscar produto.
Requisito funcional2- O sistema deve adicionar para a venda.
Requisito funcional3- O sistema deve visualizar produto.
Requisito funcional4- O sistema deve alterar a quantidade de produto.
Requisito funcional5- O sistema deve exibir nome do produto farmaco, quantidade, preço, total a pagar.

Processo seleciona realiza venda
Requisito funcional1- O sistema deve identificar cliente.
Requisito funcional2- O sistema deve registrar cliente.
Requisito funcional3- O sistema deve permitir o cliente selecionar opção de pagamento.
Requisito funcional4- O sistema deve controlar a saída de produtos que são vendidos, a fim de notificar uma possível falta dos mesmos.
Requisito funcional5- O sistema deve registrar nome, data, hora, produto e quantidade ao confirmar a solicitação.

Processo seleciona clientes
Requisito funcional1- O sistema deve permitir o cadastro, a edição, a remoção, a gravação de clientes.
Requisito funcional2- O sistema deve permitir ao usuario incluir cadastros de clientes no banco de dados do sistema, a partir dos seguintes dados: nome , morada, telefone, sexo, data.
Requisito funcional3- O sistema deve permitir a identificação de tipo de cliente. 
Requisito funcional4- O sistema deve pemitir apenas cadastrar clientes personalizados. 


Requisitos não funcionais
Os Requisitos Não-Funcionais são aqueles que expressam como deve ser feito. Em geral se relacionam com padrões de qualidade como: confiabilidade, eficiência, etc. São muito importantes, pois definem se o sistema será eficiente para a tarefa que se propõe a fazer ou não. Um sistema ineficiente certamente não será usado. Neles também são apresentados restrições e especificações de uso para os requisitos funcionais. Segue abaixo a relação e descrição dos requisitos não-funcionais do sistema, conforme o padrão a seguir:

1-Confiabilidade: o sistema deve garantir que a actualização de dados será feita de forma atômica e imediata, sempre com registro histórico.
2- Eficiência: o sistema deve responder a qualquer inclusão, alteração e exclusão em tempo apropriado.
 O sistema deve garantir que as actualizações dinâmicas de informação única nao deve execeder o tempo apropriado.



Descrição dos casos de uso

Caso de uso1: Cadastar cliente
Objectivo: Adicionar novo cliente
Actor: Administrador
Pré-condições: O actor precisa estar logado no sistema.
O actor entra com os dados do cliente.
O actor escolherá as seguintes opções: “cliente particular” ou “cliente personalizado”.
O actor salva os dados do cliente.
Pós-condição: Lista de clientes actualizada.
Fluxo normal de eventos:
Acções do actor: entrar na tela de cadastro cliente.
Acções do sistema: Carregar a tela com o formulario.
Acções do actor: Informar os dados necessários no formulário e concluir operação.
Acções do sistema: Validar dados do formulário e armazenar os dados na base de dados.

Caso de uso2: Inserir produto.
Objectivo: Adicionar novo produto.
Actor: Gerente.
Pré-condições: O actor precisa estar logado no sistema.
O actor entra com os dados do produto.
O actor salva os dados do produto.
Pós-condições: Lista de produtos actualizadas.
Fluxo normal de eventos:
Acções do actor: entrar na tela de inserir produto.
Acções do sistema: Carregar a tela com o formulario.
Acções do actor: Informar os dados necessários no formulário e concluir operação.
Acções do sistema: Validar dados do formulário e armazenar os dados na base de dados.

Caso de uso3: Controlar stock
Objectivo: Controlar a quantidade de produto no stock.
Actor: Gerente.
Pré-condições: O actor precisa estar logado no sistema.
O actor clica em controle de stock.
O actor faz as alterações que deseja.
O actor salva o sistema com novos dados.
Pós-condição: Lista de quantidade de produto no stock actualizada.
Fluxo normal de eventos:
Acções do actor: entrar na tela controlar stock.
Acções do sistema: Carregar a tela com o formulario.
Acções do actor: Informar os dados necessários no formulário e concluir operação.
Acções do sistema: Validar dados do formulário e armazenar os dados na base de dados.


Caso de uso4: Registrar vendas.
Objectivo: Controlar a saída de produtos vendidos.
Actor: Farmaceutica, gerente.
Pré-condição: O actor precisa estar logado no sistema.
O actor escolhe os produtos.
O actor define a quantidade de produto.
O sistema registra a venda.
Se houver uma quantidade insuficiente de produtos o sistema alertará o actor.
Pós-condição: O stock deverá estar actualizado.
A lista de vendas deverá estar actulizada.
Fluxo normal de eventos:
Acções do actor: entrar na tela registrar vendas.
Acções do sistema: Carregar a tela com o formulario.
Acções do actor: Informar os dados necessários no formulário e concluir operação.
Acções do sistema: Validar dados do formulário e armazenar os dados na base de dados.


















Diagrama de caso de uso do negócio da Farmacia Muhongo


 





Diagrama de caso de uso do sistema Farmácia Muhongo



























Diagrama de actividade de Solicitar atendimento



Regras do negócio

1-      Quando o cliente finalizar a solicitação o sistema deve identificar o tipo de cliente.
2-      Quando o cliente finalizar a solicitação e o cliente não for cadastrado o sistema deve permitir cadastrar o cliente.
3-      Quando o cliente finalizar a solicitação o sistema deve selecionar o tipo de pagamento.
4-      Quando o cliente confirmar a compra do produto o sistema deve enviar uma mensagem de confirmação.

Fluxo de trabalho análise
Neste fluxo de trabalho as atividades é realizada para cada caso de uso. Encontrar classes de análise e distribuir comportamento dos casos de uso entre estas, para cada classe, descrever suas responsabilidades, atributos e associações.

Descrição do caso de uso cadastrar cliente


O administrador do sistema poderá cadastrar um novo cliente. Para efetuar esse cadastro serão necessários o nome, morada, telefone, sexo, data do respectivo cliente. Será exibida na tela:
- Uma mensagem de confirmação;
- Ou uma mensagem de erro caso o cliente já exista.



Diagrama de classes do análise Cadastrar cliente







Diagrama de sequência de Cadastrar cliente

Descrição do caso de uso Remover cliente


O administrador do sistema poderá remover cliente da base de dados. Para efetuar a remoção será necessário o nome do cliente a ser removido. Será exibida na tela:
- Uma mensagem de confirmação;
- Ou uma mensagem de erro caso o cliente não exista.





Diagrama de sequência Remover cliente

Descrição do caso de uso editar cliente


O administrador do sistema poderá editar os dados de um cliente existente na base de dados. Para efetuar a alteração será necessário buscar o cliente informando seu nome, e em seguida, alterar o dado desejado. Será exibida na tela:
- Uma mensagem confirmando a alteração;
- Ou uma mensagem de erro caso o cliente não exista.

Diagrama de sequência editar cliente

Diagrama de classes do análise Registrar cliente

Descrição do caso de uso Registrar Vendas


O administrador do sistema poderá cadastrar uma nova venda na base de dados. Para efetuar este cadastro, serão necessários o nome do cliente associado à venda, o total_vendas, tipo_pagamento e a data em que foi efetuada a venda. Será exibida na tela:
- Uma mensagem de confirmação;
- Uma mensagem de erro caso o cliente não exista;
- Ou uma mensagem de erro caso a venda já exista.


Diagrama de sequência Registrar Vendas




Diagrama de pacotes da Farmácia Muhongo
O Diagrama de pacotes, ou diagrama de módulos, definido pela UML descreve os pacotes ou pedaços do sistema divididos em agrupamentos lógicos mostrando as dependências entre estes, ou seja, pacotes podem depender de outros pacotes.












Diagrama de classes persistentes









Diagrama de classes do sistema da Farmácia Muhongo



Conclusão
Em busca de um fácil entendimento do funcionamento do sistema, utilizamos a técnica  para elaborar os Modelos de Dependências e de Razões Estratégicas. Para melhor esclarecimento de como satisfazer os requisitos não-funcionais, usamos também ferramentas UML para a construção do modelo de Casos de Uso, Diagrama de actividade, Diagrama de classes do analise, Diagrama de sequênci, Diagrama de pacotes, Diagrama de classes persistentes, a fim de visualizar as iterações entre os usuários e o sistema.  Procuramos, através deste documento, atender a todos os requisitos necessários para a satisfação das necessidades. Esta documentação nos ajudará e servirá de apoio para a implementação do nosso sistema.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
http://www.inf.unioeste.br/~victor/processoII/ (acessado em Junho/2015) 
http://www.inf.unioeste.br/~ivonei/PesI/ (acessado em Junho/2015) 
PRESSMAN, R. S. E











Conferência #1 Introdução à a Web, HTML
aula de programação web 2º ano de engenharia informatica




Objetivos:
•           Conhecer o surgimento de Internet.
•           Conhecer conceitos gerais associados à a Web: cliente, servidor, nomes de domínio.
•           Conhecer elementos básicos da linguagem HTML.

Contido:
•           Introdução
•           Internet.
•           Sistema de Nomes de Domínio (DNS).
•           Modelo Cliente - Servidor.
•           Interactividad na Web.
•           HTML.
•           Conclusões.
•           Motivação para a próxima classe.

Bibliografia:

1.         Hernán Ruiz, Marcelo. “Programação Web Avançada”. Capítulos 2 e 4. Coleção: Manuais USERS. Editorial: MP Edições. Buenos Aires, Argentina. ISBN: 987-526-115-7.
2.         Tanembaum, A. Jogue a rede de Computadores, Terceira Edição, 1996.

Introdução

Com o início da era tecnológica, dispôs-se de um meio com o qual foi possível estabelecer uma comunicação a distância e quase foto instantânea por meio de códigos e chaves de som: o telégrafo; posteriormente a comunicação humana se viu beneficiada com a invenção do telefone permitindo o uso da voz, mais adiante vinho a rádio, a televisão e com isso os computadores.

Estes grandes inventos são a base dos adiantamentos tecnológicos que desfrutamos hoje em dia quanto a comunicação, do envio e recepção de um fax até a comunicação foto instantânea em qualquer lugar do mundo por meio de Internet.

Internet

conhece-se Internet como "uma série de redes conectadas entre si, especificamente aquelas que utilizam o protocolo TCP/IP para comunicar-se". Internet é a abreviatura do Interconnected Networks, quer dizer, Jogue a rede interconectadas, ou rede de redes que se estende por todo o Globo.

Internet é hoje em dia uma infra-estrutura informática estendida ampliamente, sua influência alcança não só ao campo técnico das comunicações entre computadores (redes), também a toda a sociedade na medida em que seu emprego se incrementa cada vez mais para levar a cabo processos como o comércio eletrônico, a aquisição de informação e a interação entre a comunidade ou comunidades remotas.

Antecedentes de Internet

A Agência de Projetos avançados de Investigação (HARPA) (Advanced Research Projects Agency) do Pentágono, foi criada pelo presidente Dwight Einsenhower depois de que os soviéticos lançassem o satélite Sputnik em outubro de 1957. O lançamento soviético causou uma crise na confiança americana. HARPA foi formada para assegurar-se de que a América não voltava a ser colhida com o guarda desce na fronteira tecnológica.

•           1969: A primeira célula da atual Internet se criou com o ARPANET
Em 1969 HARPA criou a primeira rede chamada ARPAnet., Em um início a rede constava só de quatro computadores conectados, uma na Universidade de Califórnia em Los Angeles (UCLA), outra no Instituto de Investigações do Stanford (Sri), uma mais na Universidade de Califórnia na Santa Barbara (UCSB) e a última em Universidade de Utah. Logo se foram somando bases militares, outras universidades e companhias com contratos do DoD (Departamento de Defesa).

•           1970: Se interconectaron as principais universidades e centros de investigação científica dos EUA
Para o ano de 1971, já se contava com 11 tumores mais, e no ano seguinte já havia um total de 40. Em 1972 se tem a primeira mensagem registrada enviado e recebido por correio eletrônico do Ray Tomlinson, mas foi até a segunda mensagem de prova quando se estabeleceu que tudas as mensagens que se enviassem deveriam empregar o signo @.

•           1981 HARPA termina de definir o protocolo TCP/IP (Transmission Controle Protocol and / Internetworking Protocol)
 É um conhecido conjunto de protocolos de conectividad padrão. Estes protocolos se utilizam para habilitar tumores diferentes em um entorno heterogêneo para que possam comunicar uns com outros.
ARPANET adota este protocolo como padrão em 1982.

•           1983: ARPANET se separa da rede militar que a originou
Em 1983 ARPANET se separa da rede militar que a originou, de modo que já sem fins militares se pode considerar esta data como o nascimento de Internet. É o momento em que o primeiro tumor, militar, desliga-se deixando aberto o passo para todas as empresas, universidades e demais instituições que já por essa época povoavam a jovem rede.

Como resultado, em 1984, ARPANET se dividiu em duas redes separadas mas interconectadas: uma militar (MILNET) e outra educativa tecnicamente chamada (ARPANET).

Como dado interessante se pode mencionar que, para chegar aos 50 milhões de usuários, à telefonia fixa tomou 74 anos, a rádio 38 anos, à computação 16 anos, à televisão 13 anos e a Internet só 4 anos.
Segundo estatísticas em http://www.internetworldstats.com/stats.htm, em 31 de dezembro de 2005 existiam 1, 018, 057, 389 usuários de Internet.
Na gráfica que aparece a seguir se mostra a distribuição por continentes dos usuários conectados a Internet. É evidente a disparidade existente entre os continentes desenvolvidos como a Europa e Ásia e os menos desenvolvidos como a África.



Sistema de Nomes de Domínio (DNS)

O sistema de nomes de domínio

O Sistema de Nomes de Domínio (Domain Name System) é um capitalista e complexo mecanismo que permite entre outras possibilidades, a tradução de nomes a direções IP (e viceversa), nas redes computacionais. Este sistema tem uma estrutura que responde ante as características atuais das redes de computadores, dada sua expansão e diversificação.

As direções IP identificam unívocamente às máquinas de uma rede permitindo a comunicação entre estas através de diversos protocolos com o objetivo de acessar ou brindar múltiplos serviços. A implementação mais difundida atualmente do protocolo IP identifica aos hosts através de um número binário de 32 bits que em decimal se expressa utilizando quatro números entre 0 e 255. Um exemplo de número IP em notação decimal é 192.168.250.145 que em binário seria 11000000 10101000 11111010 10010001. Evidentemente a primeira forma é muito mais fácil de dominar e mais até se se tiver uma rede onde coincida a maior parte do número em todos os hosts. Não obstante se apresentam dificuldades quando estamos ante redes de alcance global como Internet com milhares de hosts e onde conhecer a direção IP de todas as máquinas com as que nos comunicamos normalmente para obter algum serviço, é virtualmente impossível. Esta é a causa fundamental de que se utilize uma forma mais humana de identificar às máquinas nas redes: os nomes.

A primeira forma que se utilizou para converter nomes a números IP e viceversa foi através de um fichário renomado HOSTS.TXT o qual deveria estar distribuído em todas as máquinas que necessitavam o serviço. Este simplesmente continha uma tabela que expressava a correspondência entre um número IP e um ou vários nomes. Exemplo:

     157.245.56.89       deltha
     157.245.78.21       gloin
     122.145.123.78     odin  tera
     45.34.12.89           nero  neron

Na medida que as redes foram crescendo e interconectándose entre si esta forma gerava muitos inconvenientes pois era muito difícil de manter, além de que as contínuas atualizações geravam muito tráfico, em sua major parte desnecessário, e se dificultava o manter a consistência.

Atualmente o fichário HOSTS.TXT se conhece como /etc/hosts nos ambientes Unix e se continua utilizando como uma forma básica de resolução de nomes.

Posteriormente a esta forma primária de resolver os nomes na rede, criou-se e aperfeiçoou o que se conhece atualmente como Sistema de Nomes de Domínio, que em essência é uma base de dados distribuída, graças ao qual permite a administração e controle local dos fragmentos em que se divide. Funciona através do esquema cliente-servidor e está desenhado de forma eficiente para obter um bom rendimento, além de permitir a replicación e o brinquei.

Um servidor de nomes é a máquina que executa o programa que implementa a parte servidora do esquema. Este se encarrega de armazenar a informação associada ao segmento da base de dados que controla, e de mantê-la acessível aos clientes, que se conhecem como resolvers. Um resolver é uma subrutina que gera consultas e as envia através da rede para o servidor de nomes correspondente.

O espaço dos nomes de domínio
A estrutura da base de dados do DNS possui uma forma hierárquica (ver figura que aparece a seguir).

Esta é uma espécie de árvore onde cada tumor representa um segmento ou domínio. Os tumores a sua vez podem possuir vários subnodos filhos que constituem subdominios no DNS. Por último, os tumores que não possuem filhos podem ver-se como os nomes dos hosts que pertencem ao domínio definido pelo tumor pai. Cada tumor se identidica utilizando uma etiqueta cujo tamanho não deve exceder os 63 caracteres. O tumor raiz tem uma etiqueta vazia (longitude zero). Para indicar o nome completamente qualificado de um host no DNS se utilizam todos as etiquetas dos tumores desde este para a raiz segundo a hierarquia. As etiquetas se separam utilizando o caracter “.” e se ordenam de abaixo para cima. Exemplos de nomes no DNS são:
www.google.com
ldp.linux.org
www.cujae.edu.cu
Um domínio é simplesmente um subárbol do espaço de nomes. O nome de um domínio é o nome do tumor raiz correspondente. Um domínio agrupa um conjunto de hosts e/ou subdominios que se relacionam de acordo a certo critério, já seja geográfico ou organizacional. No DNS cada domínio é administrado por uma organização ou empresa determinada. Esta pode decidir dividir o ou os domínios que administra em subdominios, assim como atribuir a administração destes a outras entidades. Cada domínio pode conter tanto subdominios como hosts independentes, ao igual a um diretório possui subdirectorios e fichários de uma vez.
O DNS na atualidade segue certos patrões quanto a sua organização. Esta se apóia em níveis de acordo à posição do domínio. O nível superior ou primeiro nível o formam aqueles domínios descendentes do domínio raiz. Os fundamentais se listam a seguir:
com
Agrupa a organizações comerciais. Exemplos: ibm.com, yahoo.com, redhat.com, etc
edu
Reúne a organizações de propósitos educacionais. Exemplos: berkeley.edu, cornell.edu, etc
net
Agrupa a organizações dedicadas ao desenvolvimento das redes. Exemplos rpmfind.net, nic.net, computing.net, etc.
org
Reúne a organizações não comerciais. Exemplos: linuxdoc.org, ibiblio.org, linux.org, insflug.org, etc.
gov
Agrupa a organizações governamentais. Exemplo: nasa.gov, nsf.gov, etc.
Como parte do espaço de nomes de domínio também existem domínios de primeiro nível que designam zonas geográficas. Seus nomes representam a todos os países através de duas letras. Exemplos: q para Cuba, au para a Austrália, de a Alemanha, etc. Para ver todos os domínios geográficos de primeiro nível pode consultar-se
http://www.iana.org/cctld/cctld-whois.htm. Pode ocorrer que os domínios geográficos de primeiro nível contenham a sua vez alguns dos domínios organizativos de primeiro nível. Exemplos: com.cu, edu.au, org.uk, etc.
Quem Administra os Domínios em Internet?

propôs-se então a criação de uma Nova Entidade administradora onde participariam todos os setores mundiais envoltos, mas sem que nela tivesse ingerência direta nenhum governo ou organização intergovernamental. Isto sem prejuízo de que a administração dos Domínios de Alto Nível para os países (ccTLD), pudesse ser exercida diretamente por cada país.

depois de todo este processo, surge a finais de 1998, a Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (ICANN), entidade sem fins de lucro encarregada do DNS, da localização das direções IP, da administração dos servidores raiz e da coordenação da atribuição dos números de protocolo.

Servidores raiz: Os servidores raiz de nomes de domínio (DNS roots servers) são 13, uma dezena deles situados nos EUA, funcionam como uma espécie de diretório professor dos recursos em Internet. O Sistema de Nomes de Domínio (DNS, por suas siglas em inglês), que converte os complexos códigos de localização do protocolo Internet nas palavras e nomes que formam as direções Web e de email, depende dos servidores para lhe dizer aos ordenadores de todo o mundo como chegar a um determinado domínio de Internet.


Este serviço mantém um respaldo dos domínios registrados em vários servidores, localizado-se dentro e fora do país, o que possibilita uma resposta rápida e confiável a qualquer consulta que se realize a respeito deles em qualquer lugar do mundo.







Modelo Cliente - Servidor

A arquitetura cliente/servidor é um modelo para o desenvolvimento de sistemas de informação, no que os transações se dividem em processos independentes que cooperam entre si para intercambiar informação, serviços ou recursos. Os principais componentes do esquema cliente/servidor são os Clientes, os Servidores e os protocolos. denomina-se Cliente ao processo que inicia o diálogo ou solicita os recursos onde permanece só o particular de cada usuário e Servidor, ao processo que responde às solicitudes, portanto contém a parte que deve ser compartilhada por vários usuários. Por sua parte o protocolo está composto pelo conjunto de regras e convenções através das quais o cliente e o servidor intercambiam informação. Internet é, atualmente, um grande sistema cliente - servidor dividido em três partes fundamentais:

Cliente: É quem usa o serviço, é o que realiza solicitudes ao servidor. (Ex.: Internet Explorer). Envia uma petição ao servidor e fica esperando por uma resposta. Seu tempo de vida é finito pois uma vez que são servidas suas solicitudes, termina seu trabalho.

Servidor: É quem proporciona o serviço, respondendo às solicitudes do cliente. (Ex.: servidor WWW). É qualquer programa que oferece um serviço que se pode obter em uma rede. Aceita a petição da rede, realiza o serviço e devolve o resultado ao solicitante.

Protocolo: Conjunto de regras e convenções através das quais o cliente e o servidor intercambiam informação.

Como funciona isto: faz-se uma solicitude ao servidor e este devolve um fluxo de informação, o qual é interpretado pelo navegador da máquina local, que lhe dá um formato de apresentação e pode também enviar informação de volta ao servidor. Um exemplo muito ilustrativo deste caso é a atualização de uma base de dados.

Entre as principais características da arquitetura cliente / servidor, podem-se destacar as seguintes:
•           O servidor apresenta a todos seus clientes uma interfaz única e bem definida.
•           O cliente não precisa conhecer a lógica do servidor, só seu interfaz externa.
•           O cliente não depende da localização física do servidor, nem do tipo de equipe física no que se encontra, nem de seu sistema operacional.
•           As mudanças no servidor implicam poucos ou nenhum troco no cliente.

Para realizar a comunicação entre o cliente e o servidor se faz da seguinte maneira: http://servidor.dominio:Puerto/{directorio/subdirectorio}/recurso. Por exemplo: http://ceisnet.cujae.edu.cu/educative/index.php.

Interactividad na Web

Uma das diferenças entre Internet com outros meios de comunicação radica na possibilidade de interação e personalización da informação com o usuário. Entretanto, HTML é estático, por isso tem lugar o surgimento de tecnologias interativas do lado do cliente e do lado do servidor.

Do lado do cliente se encontram:
•           Programas interpretados (JavaScript, VBScript) que manipulam eventos, etc.
•           Programas executados (Applets, Plug-ins, ActiveX) que mostram documentos de diferentes médios (Áudio, Vídeo, Flash).

Do lado do servidor.
•           Extensão de servidores Web, através de uma nova capa de processamento.
•           A capa de processamento interpreta a solicitude do cliente.
•           O servidor Web funciona como intermediário.
•           No servidor se interpretam linguagens script como PHP, ASP, Perl, JSP.

Para muitos, Internet e a WWW podem ser incluídas entre as mais importantes criações da humanidade, pois através da fusão entre a informática e as tecnologias de comunicação, permitem a computadores de todas partes do mundo estar interconectadas e comunicar-se entre si.

Isto constituiu uma revolução no plano social, cultural e econômico, redesenhando inclusive a forma de fazer os negócios.

HTML

HTML (Hypertext Markup Language) é uma linguagem de marcação de texto padronizado globalmente que permite definir um documento mediante parâmetros universais. utiliza-se para formatear texto e informação de maneira geral. apóia-se no uso de etiquetas ou marcas, para a definição do formato do texto, os distintos elementos que conformam a página, suas propriedades e disposição.

Funcionaria da seguinte maneira:
•           O cliente solicita uma página HTML a um servidor Web.
•           O servidor Web envia o texto ASCII da página HTML e o código binário dos arquivos associados à mesma.
•           Texto ASCII é interpretado no navegador do cliente e os arquivos binários carregados com as aplicações associadas à extensão dos mesmos.

pode-se criar um fichário ou documento HTML utilizando um editor de texto tão simples como o Notepad, por exemplo (embora existam editores mais profissionais). Esta linguagem é interpretada pelos navegadores, processado e convertido no Dom , o qual se mostra como página Web aos usuários.

As etiquetas (tags) em HTML podem estar em maiúsculas ou minúsculas, indistintamente (não são case-sensitive). Entretanto, as ter todas preferivelmente em maiúsculas ajuda à legalidade do código, pois desta maneira se podem diferenciar do texto a mostrar.

   <XXX> Indica o início de uma etiqueta.
   </XXX> Indica o fechamento de uma etiqueta.

Existem etiquetas contenedoras e vazias, isto quer dizer que existem algumas que não necessitam etiquetas de fechamento.

O que haja entre as etiquetas estará influenciada por elas. Por exemplo, entre as etiquetas <HTML> e </HTML> se coloca todo o documento. O documento se divide em duas zonas principais: primeiro o cabeçalho, entre as etiquetas <HEAD> e </HEAD> e logo o corpo, entre <o BODY> e </BODY>.

Dentro do cabeçalho há informação do documento, que não se vê na tela principal. As etiquetas <TITLE></TITLE> definem o título do documento que se visualizará na barra de título da janela do navegador.

Exemplo:

<HTML>
            <HEAD>
<TITLE>
                                   Meu primeiro documento HTML
                        </TITLE>
            </HEAD>
            <BODY>
Este é o texto que se visualiza no corpo do documento
            </BODY>
</HTML>

As linhas em branco e as indentaciones do texto se puseram para maior claridade.  Tudo pode se localizar-se em uma só linha. O importante é a ordem correta das etiquetas.

As etiquetas se formam como um comando escrito entre os símbolos "<" e ">". portanto, se se queriam escrever estes caracteres como parte normal do texto, daria isto lugar a uma ambigüidade. Por esta razão existem os chamados caracteres especiais:

&lt; para < (less than, menor que)
&gt; para > (greater than, maior que)
&amp; para o & (ampersand)
&quot; para " (double quotation)
&aacute; para a Á
&eacute; para a É
&iacute; para a Í
&oacute; para a ou
&uacute; para a Ú
&Aacute; para a Á
&Eacute; para a É
&Iacute; para a Í
&Oacute; para a Ou
&Uacute; para a Ú
&ntilde; para a Ñ
&Ntilde; para a Ñ
&uuml; para a Ü
&Uuml; para a Ü
&#161; para
&#191; para 
&#199; para o Ç
&#231; para o Ç

Os comentários em HTML se escrevem da seguinte maneira:
<!-- Isto é um comentário ao código, que não se verá em tela -->

Quando se coloca texto em uma página Web (ou quase qualquer outro elemento) terá que ter em conta que não sempre vai se ver da mesma maneira nos navegadores de quem visite esse documento. Isto se deve a muitos fatores, entre eles o navegador utilizado, as fontes instaladas, a resolução de tela, e o tamanho da janela que esteja utilizando. deve-se trabalhar em função de que a página se veja o melhor possível em todos os casos comentados.

Uma das etiquetas mais importantes para dar formato a um texto é a etiqueta <p>. Esta tem a propriedade align para o alinhamento, que toma valores (center, justify, right, left).

<P> parágrafo </P>
<P align=“center”>parágrafo centrado</P>

Também pudesse obter o mesmo efeito de centrar um texto com as etiquetas:
            <CENTER>centrado também</CENTER>

Mas se deve tomar cuidado, porque não existem as etiquetas <RIGHT> </RIGHT>, nem <LEFT> </LEFT>, nem <JUSTIFY> </JUSTIFY>.

A etiqueta <BR> (Break Line) utiliza-se para realizar salto de linha. Notar que existe uma diferença entre os saltos de linha e os parágrafos. Os primeiros simplesmente produzem um salto de linha a seguinte, enquanto que a separação de um parágrafo a outro é muito major.

A etiqueta <HR> (Horizontal Rule) utiliza-se para riscar uma linha horizontal. Tem atributos de tamanho (size), alinhamento (center), e largo (width).

A etiqueta <DIV> também permite definir parágrafos, embora crie uma distância menor entre os mesmos. Esta etiqueta também pode ser usada com outros fins.

<FONT></FONT> e <BASEFONT> permitem dar formato a qualquer texto. A primeira permite dar formato a qualquer texto, enquanto que a segunda se está acostumado a colocar por única vez logo depois da etiqueta <body> e estabelece as características por defeito do texto da página. Ambas têm três atributos: size, cor, face.

Outras etiquetas de formato de texto são as seguintes:
<B>Negrito</B>
<I>Itálico</I>
<Ou>Sublinhado</U>
<CODE>Destacar um código</CODE>
<BIG>Aumentar um texto</BIG>
<SMALL>Esgotar um texto</SMALL>

Para criar uma lista se poderão usar as seguintes etiqueta: <UL> e <Li> para listas não ordenadas; assim como <OL>, <Li> para as ordenadas.

Os elementos de uma lista não ordenada criam uma lista na qual cada linha começa com uma vinheta. Todas as entradas ou elementos da lista devem estar encerrados dentro das etiquetas <UL>...<UL>. Cada um destes elementos é inserido através do Li>. Ver o seguinte exemplo.

Para criar a seguinte lista:
•           Disk
•           Circle
•           Square

deve-se escrever o seguinte código:
    <UL>
            <Li>Disk</LI>
            <Li>Circle</LI>
            <Li>Square</LI>
    </UL>

Para as listas ordenadas se procede de forma similar, mas com a etiqueta <OL></OL>, como se indicava anteriormente. Esta etiqueta possui dois atributos:
•           type = tipo Indica o tipo de numeração utilizada. Se não se indicar se entende que será uma lista ordenada numericamente, quer dizer, por definição é TYPE=“1”, o qual mostra uma seqüência enumerada: 1, 2, 3... Se TYPE=“I”, conforma uma seqüência de números romanos em maiúsculas: I, II, III... Uma variante deste tipo é TYPE=“i”, que cria uma seqüência de números romanos em minúscula: i, iI, iII... Se TYPE=“A”, o qual conforma uma seqüência de caracteres alfabéticos em maiúscula (A, B, C...). A variante TYPE=“a”, cria esta mesma seqüência em minúscula (a, b,c...).
•           start = num Indica que número será o primeiro da lista. Se não se indicar se entende que começará pelo número 1.

podem-se criar listas aninhadas, quer dizer, listas que estejam contidas em outros elementos de uma lista. Neste caso se engrena a lista um nível mais dentro, trocando o tipo da vinheta para refletir o anidamiento. Ver o seguinte exemplo:

<OL>
<Li>Apêndice A</LI>
<Li>Apêndice B</LI>
<Li>Apêndice C</LI>
<OL TYPE =“I”>
<Li>Apêndice C.1</LI>
<Li>Apêndice C.2</LI>
...
</OL>
<Li>Apêndice D</LI>
...
</OL>

Para criar um enlace se utiliza a etiqueta <A> da seguinte maneira:
<A HREF="xxx"> yyy </A>
Onde “xxx” é o destino do enlace e “yyy” é o texto indicativo do enlace que se mostra na tela.

Existem 4 tipos de enlaces:
1.         Enlace dentro da mesma página
2.         Enlace com outra página local
3.         Enlace com uma página fora do sistema local
4.         Enlace com uma direção de correio eletrônico

Os enlaces dentro da mesma página, como seu nome o indica, usam-se para saltar a uma zona se localizada dentro da própria página. Por exemplo, para saltar ao início da página do final da mesma. coloca-se o seguinte ao final da página:
<A HREF="#inicio"> Ir ao início da página </A>

E logo se coloca ao início do documento: <A NAME="inicio"> </A>

Para enlaçar com outra página local, seria da seguinte maneira:
<A HREF=“Primeira index.html página do curso </A>

Neste caso também se pudesse desejar dirigir-se a um lugar específico dentro dessa página, e se mesclam estes dois primeiros tipos da seguinte maneira:
<A HREF=“index.html#marca”> Primeira página do curso </A>

E na página catalogada terá que incluir:
<A NAME=“marca"></A>

Para criar um enlace com uma página externa ao sítio se deve escrever a direção completa, como aparece a seguir:
<A HREF="http://www.cujae.edu.cu/"> Página da CUJAE </A>

É muito importante copiar as direções corretamente (respeitando as maiúsculas e minúsculas, pois os servidores Unix sim as distinguem)

Os enlaces com uma direção de correio eletrônico, usam-se para que quando se fizer clique sobre este, abra-se o cliente de correio predeterminado pelo usuário, escrevendo diretamente no destinatário a direção de correio desejada.
<A HREF="mailto:dirección de email"> Texto de enlace </A>

Exemplo: <A href= "mailto:jperez@ceis.cujae.edu.cu"> Juan Pérez </A>

A seguir se mostrará a forma de criar uma tabela. define-se tabela pelo conjunto de elementos distribuídos na vertical (colunas) e na horizontal (filas) de um quadro. Cada elemento produto do cruzamento de uma fila e uma coluna se denomina cela. Os atributos mais significativos que a compõem são os borde, o tamanho, o alinhamento, a cor e a imagem de fundo em caso que a tenha.

A etiqueta de início de uma tabela é <TABLE>. Logo se define cada uma das filas e as colunas, e com isso se forma de cada uma de suas celas. Para as filas se usa a etiqueta <TR></TR> e para as colunas a etiqueta <TD></TD>. Uma cela se constrói da seguinte maneira: <TR><TD> celda_1 </TD></TR>. A etiqueta de fechamento da tabela é </TABLE>. Por exemplo:

<TABLE>
<TR>
<TD>Cela desta tabela</TD>
</TR>
</TABLE>

Entre as propriedades de uma tabela se encontram:
•           border: largo do bordo da tabela em píxeles. Se border=“0” se obtiver uma tabela com bordo invisível.
•           cellpadding: margem da cela, espaço ao bordo da mesma, respeito ao conteúdo.
•           cellspacing: distancia entre celas da mesma tabela.
•           align: alinhamento com respeito à página
•           width: largo da tabela
•           rules: especifica por onde aparecerão os borde da tabela (none, groups, rows, couves, all)

Por exemplo, uma tabela com o seguinte código:

<TABLE width="200" height="60" border="1" cellspacing="0" bordercolor="#000099">
<TR>
<TD bgcolor="#33FFFF">celda_1</TD>
<TD bgcolor="#33CCFF">celda_2 </TD>
<TD bgcolor="#3333FF">celda_3</TD>
</TR>
<TR>
<TD bgcolor="#FFFFCC">celda_4</TD>
<TD bgcolor="#FFFF99">celda_5</TD>
<TD bgcolor="#FFCC66">celda_6</TD>
</TR>
</TABLE>

mostra-se da seguinte maneira:



Como se pode apreciar no exemplo, tanto a etiqueta <TABLE> como as outras usadas <TR> e <TD> têm propriedades, que na medida em que recebam valores modificarão o aspecto de uma tabela.


Para colocar uma imagem no documento, poderá-se usar a etiqueta <IMG>, que é autocontenida, quer dizer, que não necessita etiqueta de fechamento. As propriedades desta etiqueta são:
•           src: caminho de origem da imagem.
•           alt: texto alternativo à imagem, se por acaso não carrega bem.
•           width: largo da imagem.
•           height: alto da imagem.
•           align: alinhamento da imagem.
•           border: bordo da imagem.
•           hspace: espaço horizontal ao redor da imagem.
•           vspace: espaço vertical ao redor da imagem.

As imagens podem estar guardadas em formatos de fichário GIF, JPG, JPEG. O formato GIF se usa para desenhos e imagens artificiais, JPG para imagens reais. É muito importante ter em conta o tamanho das imagens, uma imagem de 25 KBytes demora em carregar-se de 15 a 30 segundos utilizando um modem de 28.8 Kbps, por isso se deve procurar que a imagem tenha o menor peso possível, e colocar sozinho aquelas que sejam imprescindíveis para obter um efeito determinado, tendo especial cuidado no tamanho das mesmas.

Conclusões

Na classe de hoje se ilustrou de forma general o que é Internet, como surgiu, o auge que alcançou a escala mundial e a distribuição por continentes dos usuários conectados a Internet.

estudaram-se os conceitos essenciais relacionados com em Sistema de Nomes de Domínio (DNS), assim como da arquitetura cliente/servidor como modelo para o desenvolvimento de sistemas de informação. falou-se das tecnologias interativas do lado do cliente e do lado do servidor.

definiu-se HTML, linguagem de marcação de texto, apoiado no uso de etiquetas para a definição do formato do texto, os distintos elementos que conformam a página, suas propriedades e disposição. Por último se descreveram um conjunto de etiquetas HTML e suas propriedades, e se colocaram alguns exemplos ilustrativos de como as utilizar.

Motivação para a próxima classe

Na próxima classe se trabalhará fundamentalmente com as etiquetas para a criação de pranchas e enlaces em um documento Web. Exercitaremos o uso de hiperenlaces para obter a navegação entre as diferentes páginas de um sítio.


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